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“Preservar a memória é umas das formas de construir a história e a ligação entre o Brasil e o berço da humanidade, a África. Isso pode ser sentido nas mais diversas manifestações culturais do povo brasileiro, seja na religião, culinária, música, dança, tecidos, e costumes”.

A África está presente no dia-a-dia e sempre teve grande influência na base cultural do povo brasileiro.

 

Há um bloqueio sistemático em pensar diferente das caricaturas presentes no imaginário social brasileiro.

As informações novas geram uma constante desconfiança, tendo ocorrido mais de uma vez a pergunta, se eram sobre a África determinadas informações.

Quando se desenvolvem tópicos sobre a indústria têxtil africana e as exportações para a Europa no passado, ou mesmo a informação de que a África precedeu a Europa no uso de roupas, há uma inquietação, um conflito emocional onde a dúvida é persistente.

O elemento básico para Introdução à História Africana não está na história africana e sim na desconstrução e eliminação de alguns elementos básicos das ideologias brasileiras e do mundo.

 

 

O cotidiano brasileiro é povoado de símbolos de negros selvagens e escravos amarrados, que processam e administram o escravismo mental e realizam a tarefa de feitores invisíveis a chicotear a menor rebeldia o imaginar diferente.

Acredito serem cinco os pontos importantes a serem desconstruídos na imaginação dos brasileiros e pelo mundo sobre a África:

 1. A África não é uma selva tropical.

2. A África não é mais distante que os outros continentes.

3. As populações Africanas não são isoladas e perdidas na selva.

4. O europeu não chegou um dia na África trazendo civilização.

5. A África tem história e também tinha escrita.

 

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